quarta-feira, 30 de maio de 2012

Globo Esporte - Robby Collum e Valtinho são candidatos a melhores jogadores do NBB

Valtinho fez ontem 2 cirurgias

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Guerreiro Valtinho passa por cirurgias no pé e no joelho



Líder em quadra do time de basquete do Unitri/Universo e ídolo da torcida uberlandense, o armador Valtinho passou por duas cirurgias na manhã desta terça-feira (29). O primeiro procedimento foi no pé direito, lesão que afastou o jogador do Novo Basquete Brasil (NBB) 2011/2012 por quase dois meses. Além disso, foi submetido a uma artroscopia no joelho esquerdo, procedimento feito pelo médico Daniel Barros Pereira. A previsão de retorno do jogador às quadras, segundo Kleber de Jesus Pereira, médico que operou o pé do armador, é de quatro meses. Com isso, o jogador só deve voltar a jogar somente nas finais do Campeonato Mineiro, previsto para começar em setembro.

“Colocamos quatro parafusos no pé do Valtinho. Ele terá que ficar dois meses sem colocar o pé no chão. As chances de sucesso são de 90%. Caso não dê certo ele terá que fazer outra cirurgia”, disse o médico Kleber de Jesus Pereira.

Não é a primeira vez que Valtinho precisa passar por cirurgia. Há três anos, quando jogava no Brasília, ele precisou operar o tornozelo esquerdo. “O importante será fazer uma recuperação com calma para que eu possa retornar bem no NBB. Se der para voltar um pouco antes do previsto vai ser melhor ainda, mas a intenção é não atropelar as etapas da recuperação”, disse Valtinho, dias antes de fazer a cirurgia.

A reapresentação do elenco do Unitri está marcada para o dia 15 de julho. A direção da equipe renovou os contratos dos principais jogadores: Valtinho (armador), Cipolini e Luis Gruber (alas-pivôs), Robert Day e Dida (alas), Robby Collum (ala-armador) e Leonardo (pivô).

Na manhã da segunda-feira, foi anunciada a contratação do ala Audrei, que estava no Joinville (SC). O pivô Estevam pode renovar seu contrato a qualquer momento. O técnico Rodrigo Silva assinou contrato para as duas próximas temporadas.

Fonte: Jornal Correio de Uberlândia

*Comentário: Boa recuperação maestro, você como sempre foi um verdadeiro guerreiro. Jogou totalmente no sacrifício, e ainda jogou em altíssimo nível. Não é qualquer atleta que se submeteria a isso. Concerteza o maior ídolo esportivo de Uberlândia e o melhor armador do Brasil, merece muitas homenagens.


Vídeo de 11/05/12

Destaque da semana Vitoriosa Esporte: Demonstrando muita raça e mesmo machucado, Valtinho dá um mergulho espetacular na grade

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Uberlândia tem jogadores entre os candidatos a melhores da temporada


Uberlândia tem dois jogadores entre os candidatos ao prêmio de Melhores da Temporada 2011/2012 da NBB, a liga profissional de basquete do Brasil. Valtinho briga pela condição de melhor armador da temporada e Robby Collum por uma das vagas de melhor ala na seleção. (Veja lista completa dos indicados abaixo)

Os nomes dos concorrentes ao prêmio foram divulgados pela Liga Nacional de Basquete (LNB), órgão responsável por organizar o NBB. A eleição foi realizada com técnicos e capitães das 15 equipes que disputaram a edição 2011/2012, além personalidades do basquete e membros da imprensa especializada.

Destaque do Unitri, Valtinho pode ser eleito o melhor armador
A entrega dos prêmios será feita após a realização da decisão, entre São José/Unimed/Vinac e Uniceub/BRB/Brasília, no sábado (2), no Ginásio Municipal Professor Hugo Ramos, em Mogi das Cruzes (SP).

Além da seleção do campeonato, composta por um armador, dois alas e dois pivôs, a LNB premiará também o Melhor Jogador (MVP), o Melhor Técnico, o Jogador Revelação Sub-21, o Melhor Sexto Homem, o Melhor Defensor e o Atleta que Mais Evoluiu nesta temporada. Para essas premiações foram selecionados três candidatos por categoria. Também será entregue o prêmio para o Melhor Jogador (MVP) da Final.

A LNB ainda premiará os jogadores que lideraram as estatísticas em cada fundamento, como o cestinha, o melhor reboteiro e o maior assistente. A arbitragem também será premiada nas categorias Melhor Trio, Árbitro Destaque e Árbitro Revelação.

Nas premiações coletivas, além do campeão, vice e terceiro colocados, as equipes que tiveram o melhor ataque, a melhor defesa e a melhor conduta (Fair Play) também serão homenageadas.

Confira a lista com os nomes dos candidatos em cada categoria:


Fonte: Jornal Correio de Uberlândia

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Audrei é a primeira contratação da Unitri Uberlândia para a próxima temporada


Audrei sendo marcado pelo  Robert Day


Como publicado aqui, o ala/armador Audrei Parisotto que defendeu o Joinville por três temporadas, estava negociando com a Unitri e o seu acerto estava muito próximo.

Leia mais em: http://unitriuberlandiabasquete.blogspot.com.br/2012/05/audrei-esta-perto-de-acertar-com-unitri.html

E hoje foi anunciado a sua contratação. Audrei é de Santa Cruz do Sul (RS), tem 27 anos e 1,95m de altura. Suas médias no último NBB foram de  11.82 pontos, 2.84 rebotes e 0.71 assistências em 29.40 minutos em quadra por jogo.

Informação por Cinthia Muniz: "O atleta  iniciou sua carreira no Corinthians de Santa Cruz do Sul e passou pelas equipes do Vasco da Gama(RJ), São José dos Campos(SP), Ajax(GO) e Univates/Bira(RS). Pela seleção brasileira, foi vice-campeão do Campeonato Sul-Americano Sub-21 no Chile em 2004, e medalha de ouro nos Jogos Mundiais Militares em 2011".

domingo, 27 de maio de 2012

Entrevista - Conhecendo um pouco melhor a vida de Robert Day


Por: Daniele Horta e Eduardo Ferreira




Nos  Estados Unidos é comum as crianças começarem desde cedo a jogar basquete. Esse foi o seu caso? Com qual idade você começou a jogar?

Eu comecei a jogar basquete quando eu tinha cerca de 10 anos, durante o tempo livre na escola. Depois de um tempo eu comecei a amar o jogo e querer jogar o tempo todo, mesmo depois de escola. Nessa época, eu também comecei a assistir jogos da NBA e saía depois de assistir a um jogo para tentar fazer o que os jogadores da NBA faziam. A primeira equipe que eu tentei eu não consegui. Eu lembro bem.  Minha mãe me disse que se eu quisesse jogar eu teria que melhorar, e isso significava praticar. Eu saia sozinho ou com meus 2 irmãos e jogava a qualquer chance que eu tinha, e quando chegaram as eliminatórias do próximo ano  eu tinha melhorado muito e consegui entrar na equipe.

Quais são seus ídolos no basquete nacional e internacional?

Robert - Meus ídolos são os caras que eu cresci assistindo. Micheal Jordan e Reggie Miller eram caras que eu assistia bastante. Eu cresci sem muito acesso ao basquete internacional, então eu só conhecia os jogadores que jogaram na NBA. Eu ainda consegui assistir um pouco de Drazen Petrovic (New Jersey nets e Portland Trailblazers)  antes de ele falecer e ele era um grande talento. Eu também gostava de assistir Sabonis Arvidis (Portland Trailblazers). Eu achava que ele tinha grande habilidade e entendimento do jogo, especialmente sendo o tão grande como ele era.

Poderia falar um pouco de todos os times que já jogou?

Profissionalmente eu começar a jogar no Torreon Algodoneros do México na temporada  04/05 e fiquei lá durante meus primeiros 2 anos. Depois do Torreon eu parei de jogar por uma temporada e meia, porque eu achei que não estava recebendo visibilidade e eu não tinha nenhuma outra opção para jogar em outro lugar. Após essa pausa  eu decidi voltar porque sentia muita falta de jogar, mas minhas únicas opções eram no México. Eu não me importava de voltar, porque eu me diverti e fiz bons amigos enquanto estive lá. Acabei assinado com o Culiacan Caballeros e joguei a segunda metade da temporada 07/08 do campeonato nacional, e também o campeonato regional, após o término do nacional. No ano seguinte, o time decidiu não jogar na liga nacional e eu tive  a oportunidade de voltar para Torreon para a temporada 08/09. Após o término dessa temporada eu assinei em Durango, também no México, para a temporada 09/10, e foi lá que conheci Lasalle, meu treinador, que foi quem me ajudou a conseguir a oportunidade de obter uma boa visibilidade fora do México. Após a temporada que joguei com ele, um agente o chamou perguntando sobre um jogador para um torneio na China com uma equipe argentina. Lasalle disse ao agente que ele deveria me levar e ele me levou. Originalmente ele estava tentando me convencer a assinar na Argentina, mas depois de todas as negociações acabei no Brasil e todos sabem a história desde então. Por todos os times para os quais joguei  já fui a 1ª, 2ª, 3ª, opção, bem como vindo do banco e eu tenho tentado aprender algo de cada experiência para melhorar o meu jogo.  



O que você mais considerou no momento de aceitar a proposta de jogar no Brasil?

Quando vim pro Brasil houve muitas coisas que eu considerei, mas a coisa mais importante foi  minha família. É um lugar que eles vão estar confortáveis? É um lugar seguro? No meu tempo no México eles iam me visitar ou eu conseguia ir para casa já que era bem perto Então ficar tão longe de casa por um tempo tão longo era diferente e eu queria que eles viessem morar comigo. Depois de fazer algumas pesquisas e de meu agente na época me garantir que eles iriam gostar, eu pude riscar essa preocupação da lista.


                                                                          Robert Day chega à Uberlândia

Como é conciliar a família com filhos pequenos e essas mudanças de país, encarando uma nova língua e cultura?

Chegar a um novo time em um novo país nunca é fácil. Imagine ir para um lugar sobre o qual você não sabe nada. “Como será viver ali?” “Espero que eles estejam lá no aeroporto quando eu chegar.” ‘Como será a comida?” “Espero me dar bem com o treinador e meus colegas de equipe.” A barreira da língua é difícil, mas me disseram que era parecido com o espanhol, que eu tinha aprendido enquanto jogava no México. Mas quando eu cheguei não parecia nem um pouco com o espanhol.  Eu sequer achei que um dia aprenderia, mas depois que aprendi os sons de cada letra aí ficou bem mais fácil. Com a comida eu não me preocupo porque gosto de experimentar coisas novas e não tem muito o que eu não goste.  O único lugar que eu não gostava da comida foi quando eu joguei em um campeonato na China. Minha família não tinha muita experiência em ficar longe de casa por longos períodos, por isso foi mais desafiador para eles. Mas com a ajuda dos meus companheiros de equipe  e suas famílias a adaptação correu bem. Minha família é um grande fator na escolha de voltar ou não para um lugar ou se devo procurar outro contrato.

Você pretende ficar no Brasil por mais tempo?

Eu adoraria ficar mais tempo no Brasil. Eu conheci amigos para a vida toda aqui e minha família ama morar no Brasil. Não vejo razões para deixar o país, a não ser que me apresentem uma oportunidade que eu realmente não possa deixar passar.

O que você mais gosta de fazer quando não está trabalhando?

Quando não estou trabalhando gosto de passar um  tempo com minha família, assistir filmes, fazer rafting, churrasco e passar um tempo com amigos.


                                                  Robert Day com a camisa do time de futebol de Uberlândia

Qual sua relação com seus companheiros de equipe?

Minha relação com meus colegas de equipe é realmente única. Estes últimos dois anos  tenho feito parte de uma equipe que gosta da companhia uns dos outros dentro e fora da quadra. Eu nunca tinha feito parte de um time onde não haviam discussões e todos se respeitavam .


                                                        Robert Day, Valtinho, Robby Collum e Cipolini

Vejo você sempre junto do Robby Collum, fazendo brincadeiras com os jogadores. Ele é seu grande amigo aqui em Uberlândia?

O Robby é um grande colega de equipe e um grande amigo. Ele é mais como um irmão para mim. Temos o mesmo senso de humor então a gente não para nunca. Nós gostamos de rir e manter o espírito da equipe leve, especialmente quando as coisas estão estressantes.

 Robert Day e Robby Collum


                                             Robby Collum e Robert Day brincam de repórter e cinegrafista no UTC


Você considera que a torcida, no basquete, faz a diferença? O que acha da torcida de Uberlândia?

Depois de passar 2 anos como jogador aqui, viajando para todos os lugares, eu acho que não existe melhor torcedor  no Brasil do que aqui em Uberlândia. Eu sinto que quando eles estão conosco nós somos muito difíceis de bater. Eu sou bastante quieto em quadra porque meu foco está no jogo, mas eu sinto a presença da torcida e isso ajuda muito.



Como é jogar em um ginásio lotado de torcedores rivais? Como você faz para se concentrar durante a partida?

Jogar em um ginásio lotado é uma experiência legal. Para mim sempre foi fácil me concentrar. O Basquete sempre foi um lugar onde eu posso libertar minha mente. Minha sogra é uma das pessoas mais barulhentas quando ela está torcendo e ela sempre me perguntava se eu podia ouvir e eu nunca conseguia. Quando estou na quadra eu estou focado no jogo e em meus companheiros. Eu ouço o barulho, mas nada específico, o que é uma coisa boa, porque as pessoas conseguem gritar umas coisas bem absurdas. (risos)  

O que mais te motiva em quadra?

Quando estou na quadra, não importa se só treinando, eu sou motivado pelo meu amor pelo jogo. Eu gosto de jogar e eu gosto de ser parte do time. Sou abençoado porque eu posso fazer o que amo e ainda sustentar minha família dar-lhes uma experiência única.

Como foi essa temporada da Unitri Uberlândia? Você considera que o time poderia ter chegado mais longe se não fosse a quantidade de lesões?

Esta última temporada foi dura em virtude de nossas lesões. Começamos muito fortes e as lesões nos atormentaram pelo resto da temporada. Eu realmente acho que sem elas teríamos conseguido chegar às finais, pelo menos.



Sua grande qualidade é o arremesso de 3 pontos, treina muito para isso ou é um dom?

Eu acredito que o meu tiro de 3 pontos é um resultado direto do treino. Eu dediquei inúmeras horas no treinamento dentro e fora da quadra.



Como você se sentiu ao fazer 50 pontos no Jogo das Estrelas 2011, e ser escolhido o MVP?

Antes de mais nada, apenas ser nomeado foi um privilégio, quanto mais ganhar o MVP. Isso aconteceu quando meu tiro estava certeiro e eu tinha ao meu redor um grupo de caras arrumando passes e me dando a bola. Foi desafiadoramente um dos melhores momentos da minha carreira.


Robert Day 50 pontos Jogo das Estrelas NBB 2011



Quando você converte uma cesta de 3, faz um gesto com os dedos. Isso é para quem?

Eu sou realmente muito próximo do Valtinho e da família dele e após um dos jogos o filho do Valtinho, André, me pediu para fazer um sinal para ele quando eu fizesse uma cesta de 3, então nós inventamos isso.   



O programa Vitoriosa Esporte fez uma pequena homenagem para você no vídeo Tal pai tal filho, onde mostra o Cooper te acompanhando no treinamento. Como pai, você pretende incentivar seus filhos a seguir alguma carreira no esporte, e até mesmo no basquete?

Como pai eu incentivo meus filhos a fazer o que eles gostam. Eu nunca tive alguém me precionando a jogar. A única coisa que minha mãe me disse é que se você começar algo, termine. E essa coisa vai ficar difícil e nem sempre será divertido, mas nada que valha alguma coisa, é fácil. Eu espero que eles pratiquem algum esporte, porque eu acredito que te ensina muitas lições de vida valiosas, bem como ensina a cuidar de seu corpo.


                                                                  Robert e Cooper Day: tal pai, tal filho

Qual a maior lição que você aprendeu como atleta e que pretende passar para seus filhos?

Eu realmente acho que a maior lição é a que minha mãe me ensinou. Nada que valha alguma coisa é fácil de conseguir. Basicamente, você conseguirá do basquete o que você dedicar a ele e eu acho que isso se aplica a basicamente qualquer coisa.



O que a tatuagem escrito “All Day” junto de uma bola de basquete no seu braço esquerdo representa?

A tatuagem é apenas um jogo de palavras. Há uma frase que as pessoas usam nos Estados Unidos, quando alguém faz um monte de coisas. Eles diriam que ele faz isso “o dia todo” (*em inglês, “all day”).  Então, com o meu sobrenome sendo Day (*dia) pareceu se encaixar.



Futuro: Quais são seus objetivos na vida profissional e pessoal?

Meus objetivos futuros no basquete são ganhar um, se não, inúmeros títulos. Fora das quadras, eu não tenho certeza do que eu gostaria de fazer depois do basquete. Eu gostaria de ter o basquete como uma parte da minha vida, seja treinando meus filhos ou outras crianças e jovens.

Deixe uma mensagem para seus fãs que pediram essa entrevista com você.

Fãs! Obrigado por todo o seu apoio nos últimos dois anos e espero que isso continue. Com toda a sua ajuda eu tenho certeza de que podemos trazer o Campeonato de volta para Uberlândia. DALE UNITRI!!!!!!













*Nota dos entrevistadores.

Tradução: Daniele Horta

sábado, 26 de maio de 2012

Futebol, basquete e vôlei


Jornal Correio de Uberlândia

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Entrevista Globo Esporte - Ídolo Valtinho jogará sua 9ª temporada por Uberlândia. Ele passará por uma cirurgia na próxima semana

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Vitoriosa Esporte - Entrevista muito engraçada com Robert Day que se diz muito feliz em Uberlândia

       Robert já está dominando o português

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terça-feira, 22 de maio de 2012

Vídeo Globo Esporte - Valtinho, Robert Day e Robby Collum renovam seus contratos

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Foto: LNB

Robert Day e Robby Collum renovam contratos com o Uberlândia



O time de basquete de Uberlândia acertou a permanência de mais dois jogadores no elenco. Os norte-americanos Robert Day e Robby Collum estão garantidos até o fim do NBB 2012/2013.

Os estrangeiros foram os destaques do time no NBB-4. O armador Collum terminou o campeonato como o quinto melhor nas assistências, segundo melhor nas cestas de três e o sétimo mais eficiente. O ala Day foi o maior pontuador da equipe e o terceiro melhor nas cestas de três pontos.

Fonte: Globo Esporte - Triângulo Mineiro
http://globoesporte.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2012/05/robert-day-e-robby-collum-renovam-contratos-com-o-uberlandia.html?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=ge_basquete

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Audrei está perto de acertar com a Unitri Uberlândia


Segundo o Portal Joinville, o ala/armador Audrei deve deixar a equipe de Santa Catarina. Sua negociação com o Uberlândia  está bem adiantada.

Audrei é de Santa Cruz do Sul (RS), tem 27 anos e 1,95m de altura. Suas médias no último NBB foram de  11.82 pontos, 2.84 rebotes e 0.71 assistências em 29.40 minutos em quadra por jogo.







Leia a notícia completa:
http://www.portaljoinville.com.br/v3/?call=esportes.view&id=22061


O Portal Dois Lances afirma que o Audrei já acertou sua transferência para o Uberlândia.
http://nossajoinville.com.br/doislances/2012/05/21/kojo-audrei-e-bishop-fora/

sábado, 19 de maio de 2012

Recordar é viver - Vídeo incrível da Unit Uberlândia Campeão Brasileiro de 2004

Unit Uberlândia 81 x 66 Flamengo 

Vale a pena ver, com certeza quem esteve lá nesse dia se arrepia ao ver esse vídeo.

Parabéns pra quem fez o vídeo: Murilo Azevedo, Michel Antony e Túlio Franco.

E obrigado Mateus Carrijo por ter postado ele no You Tube.

                                             Tony Lee Harris com toda sua vibração



Documento de honra ao mérito aos jogadores e comissão técnica:

http://www.carrijo.com.br/wp-content/uploads/2011/05/0693-04.pdf

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Lucas Cipolini e Léo Waszkiewicz são chamados para treinamentos para Sul-Americano


Dois jogadores que acabaram de renovar com o Unitri Uberlândia receberam uma nova boa notícia nesta sexta-feira: Lucas Cipolini e Léo Waszkiewicz foram chamados para a preparação da seleção que disputará o Campeonato Sul-Americano na Província do Chaco, na Argentina, no final do mês de junho. O primeiro já havia aparecido em outras convocações enquanto Léo debutará entre adultos.

A convocação de segunda chamada se dá porque os treinamentos que começam na próxima semana podem estar desfalcados de atletas de garrafão. João Paulo Batista, pivô do LeMans, da França, terá de atrasar a apresentação por conta dos playoffs da liga nacional e Augusto Lima foi submetido a uma cirurgia bucal complicada que exigirá um prazo de recuperação um pouco mais prolongado. Os dois jogadores ainda estão nos planos para a competição continental, mas terão de chegar mais tarde.

Além dos playoffs europeus e lesões, a seleção encontrará dificuldades para os treinamentos também por conta do mata-mata do NBB e do Draft da NBA. Ainda assim, neste domingo, o grupo se apresentará em São Paulo para os treinamentos visando a competição.







Fonte: Basketeria

http://basketeria.com.br/pt/nacional/selecoes/item/2354-lucas-cipolini-e-l%C3%A9o-waszkiewicz-s%C3%A3o-chamados-para-treinamentos-para-sul-americano.html

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O chodó de Uberlândia diz ao povo que fica - Entrevista especial com o Leonardo - Vitoriosa Esporte

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Globo Esporte - 4 jogadores renovaram contrato com a Unitri Uberlândia

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Cipolini, Dida e Gruber também renovaram contrato. Leonardo fala que o Pinheiros investiu pesado em sua contratação


Fonte: Jornal Correio de Uberlândia

Bela matéria sobre o pivô Brasília e entrevista ao vivo - Vitoriosa Esporte e Globo Esporte 16/05/12




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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Leonardo Klassmann renova seu contrato com a Unitri Uberlândia



O pivô Leonardo que cativou a torcida uberlandense em sua 1° temporada na cidade, se reuniu com a diretoria hoje pela manhã, e depois de chegarem a um acordo renovou seu contrato.

Mensagem postada pela Cinthia Muniz no grupo da Unitri no Facebook:
"Estou muito feliz por fazer parte desta equipe por mais uma temporada. Conto com o apoio de todos nessa nova caminhada.", disse Leo assim que foi confirmada a renovação.










Confira a bela entrevista com o Leonardo:

http://unitriuberlandiabasquete.blogspot.com.br/2012/05/entrevista-com-leonardo-klassmann.html

Brasília vira assistente técnico - Algumas novidades sobre o elenco para a próxima temporada


Fonte: Jornal Correio de Uberlândia

No Facebook Robert Day diz que não precisamos nos preocupar com sua ida para o Portland


terça-feira, 15 de maio de 2012

Ainda assim o esporte, principalmente o basquete encontra dificuldades com patrocínio

Ótimo artigo de 2006: Marketing e patrocínio esportivo: análise dos investimentos feitos pelo Centro Universitário do Triângulo (Unitri) no esporte. Recomendo a leitura.

Fica claro que não há investimento melhor de uma marca do que investir no esporte. As empresas de Uberlândia e do Brasil todo podiam ler esse belo artigo.

Superação

Uberlândia supera problemas com lesões durante o campeonato e termina temporada 2011/2012 com a quinta colocação do NBB.



Eliminado nas quartas de final do NBB, o Unitri/Universo se despediu a temporada 2011/2012 com o sua melhor campanha em campeonatos nacionais desde a retomada das atividades da equipe mineira, em 2010. Satisfeitos com a boa campanha na temporada, os mineiros lamentam apenas as lesões que atrapalham o rendimento da equipe, que talvez poderia ter ido ainda mais longe.

O NBB é um campeonato organizado pela Liga Nacional (LNB) em parceria com a Rede Globo e patrocínio Eletrobras, Caixa, Penalty e Netshoes.

Os mineiros chegaram a liderar o campeonato, brigando pela liderança do primeiro turno até a última rodada. Mas, após a lesão do armador Valtinho, que afastou o camisa 9 de praticamente toda a segunda metade do campeonato, o time não conseguiu manter o mesmo rtimo e avançou para os playoffs se classificando em quinto lugar.

Nas oitavas de final, Uberlândia eliminou os cariocas do Tijuca/Rio de Janeiro, por 3 a 1 e avançaram para a fase seguinte para enfrentar outro carioca, desta vez, o Flamengo. A equipe chegou a estar perdendo a série por 2 a 0, mas buscou a reação para empatar em 2 a 2. Mas ai o Flamengo confirmou a condição de mandante no jogo 5 e fechou a série.

As lesões, segundo o técnico Rodrigo Silva, foram as principais responsáveis pela queda de rendimento de seu time. Primeiro o problema com Valtinho, depois lesionaram–se Robby Collum e Robert Day, que jogaram a parte final da temporada no sacrifício, e também o ala Luis Gruber, que torceu o tornozelo no Torneio Interligas e retornou sem estrar em 100% de suas condições físicas..

“Poderíamos ter feito uma campanha muito melhor se não fossem as lesões, mas, em vista do que foi o campeonato, a quinta colocação foi um bom resultado. E não podemos diminuir as outras equipes que alcançaram melhores colocações que nós, todos tem o seu respeito e seus méritos”, disse o técnico da equipe mineira Rodrigo Silva.

O bom trabalho mesmo diante de tantos problemas enfrentados deixa um clima de otimismo na equipe para a próxima temporada. Rodrigo Silva, que renovou contrato por dois anos com a equipe mineira, destacou o desempenho da equipe frente às dificuldades impostas.

“Nós esperávamos mais nessa temporada, mas conseguimos fazer com que o grupo jogasse bem, demonstrando vontade e raça. Na parte final, demos tudo o que tínhamos contra o Flamengo, mas infelizmente a vaga para a semifinal não veio”, disse Silva.


Novo assistente

O planejamento do time de Uberlândia para a próxima temporada já começou. Nesta terça-feira, a equipe anunciou que o pivô Cláudio Antônio Gomes Clemente, o “Brasília”, de 39 anos, deixará às quadras e assumirá a função de assistente técnico.

Com duas passagens como jogador pela equipe, de 2005 a 2007 e de 2010 a 2012, Brasília fará parte da comissão técnica do time mineiro ao lado do treinador Rodrigo Silva.

Na última temporada, o camisa 13 atuou em 36 partidas, acumulando médias de 4,7 pontos e 2,6 rebotes em pouco mais de 16 minutos por exibição.

por Liga Nacional de Basquete
http://lnb.com.br/noticias/superacao/


Brasília assume cargo de assistente técnico do Uberlândia


Por Carolina Portilho
Uberlândia, MG


O pivô Brasília é o mais novo assistente técnico do time de basquete de Uberlândia. Ele deixa o elenco para assumir a função que, desde a ida de Rodrigo Carlos para o comando da equipe, estava sendo acumulada pelo supervisor técnico, Fernando Larralde.

A comissão técnica do time segue com o preparador físico, Edicarlos Machado e com o técnico Rodrigo Silva, que tem contrato por mais dois anos. Também permanece na equipe Fernando Larralde. O supervisor informou que as negociações com os jogadores ainda estão sendo feitas e, em breve, o elenco para disputa do Campeonato Mineiro e do NBB 2012/2013 será divulgado.






Hélio Rubens

Neste segunda-feira, o treinador do Franca, Hélio Rubens, anunciou a saída do time. Sobre a possibilidade do técnico comandar a equipe de Uberlândia, novamente, Larralde foi enfático ao dizer que não existe essa chance.

- Não, não, não. Nossa comissão técnica já está formada e permanecerá desta forma. Essa informação não procede – disse.


Fonte: Globo Esporte - Triângulo Mineiro

http://globoesporte.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2012/05/no-basquete-brasilia-assume-cargo-de-assistente-tecnico-do-uberlandia.html?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=ge_basquete

Robert Day no Portland Chinooks?

O curioso aqui estava "fuçando" na internet  e resolvi ir pro Latin Basket, site que sempre frequentei. 


Tomei um susto, olhem só: Day simplesmente sumiu dos rosters lá da página da Unitri do site:






http://www.latinbasket.com/team.asp?Cntry=BRAZIL&Team=2802&Page=1


Nos rosters ainda fala que o Volcan é técnico da Unitri, mas tem somente isso de errado. Os placares dos nossos jogos dos playoffs, dentre outras outras estão atualizadas como sempre esteve.


O curioso foi pesquisar mais um pouco, e achei isso no US Basket, outro renomeado site: Team Portland (2012-12)






http://www.usbasket.com/player.asp?Cntry=USA&PlayerID=66207&AmNotSure=1


Fui pra página do time e tá lá o Robert. Será que ele saiu? É esperar pra saber, tomara que seja apenas dois erros.



Editado: 15h28m
 Segundo o Slax Rodriguez que já colaborou com o site LatinBasket a alguns anos atrás, é normal os “gringos” jogarem em alguma liga menor ou local durante as férias.

 “Normal isso daí, essas ligas menores são quase todas semi-profissionais e a temporada é reduzida. Serve de trampolim para exposição para equipes estrangeiras, diversão ou ainda de segundo emprego pra alguns. Dá pra comparar com a nossa várzea no futebol. Dando uma pesquisada rápida aqui me parece que ele jogou por esse time da IBL após o final da nossa temporada passada apenas por algumas poucas partidas.” Lembrando que ele é de Portland – Oregon.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

80% do elenco deve continuar, e 100% quer continuar jogando na Unitri Uberlândia

                                                                    Vitoriosa Esporte

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domingo, 13 de maio de 2012

Agradecido por trabalhar no Brasil, Volcan diz que não entende dispensa


Assustado por demissão no meio dos playoffs, ex-técnico do Uberlândia diz que gostaria de ter continuado à frente do time.


Quase um mês após a dispensa do comando técnico do time do Uberlândia – entre aparições nos jogos da equipe mineira e viagens para acompanhar outras partidas da temporada do NBB-4 – o técnico uruguaio Miguel Volcan resolveu falar sobre a saída do clube em abril. A decisão não só o pegou de surpresa, como também a comissão técnica e jogadores. O ex-treinador do Uberlândia também falou sobre o relacionamento com o grupo, a queda de rendimento depois da lesão de Valtinho e da admiração pelo basquete brasileiro.

Mesmo depois de tentar entender o que teria acarretado a demissão, Volcan a classifica como “sem lógica” diante da campanha frente à equipe. Sob seu comando, o Uberlândia chegou a estar entre os líderes da competição.

- É difícil de entender, principalmente pelos momentos anteriores. Mas, depois da derrota para o Tijuca a diretoria me procurou. Disseram que o time não tinha feito uma boa partida e que eu não era mais treinador. Isto é tudo – relembrou.

Volcan afirmou que outro motivo que o deixou espantado com a decisão foi a fase do campeonato em que foi dispensado. Para ele, a decisão poderia ter sido antes do início dos playoffs, ou após o término da competição para não correr o risco de comprometer a atuação do time na competição. Mas ele se diz conformado.


- Cada um pensa no que fez, sabe se agiu corretamente ou não. Precisam de um diálogo interno. Quando para pensa e analisa, sabe se agiu certo ou não. Mas no esporte estamos expostos a isso. Tem duas coisas que aprendi na vida: ser uma pessoa boa e ser um bom profissional, nesta ordem. Estou tranquilo de que fui um bom profissional e uma boa pessoa – disse Volcan.



O treinador ressaltou que o único problema com o grupo era por indisciplina tática, mas que ele considerou questões normais de trabalho. Ele descartou, inclusive, que tenha tido algum tipo de problema, sobretudo, que influenciasse a saída dele do clube.
- Problemas que tínhamos era de trabalho, indisciplina tática, sobretudo defensiva, mas não pessoal. Pelo menos na minha frente nunca tivemos nenhum problema. Sou uma pessoa aberta para diálogo, caso houvesse algum pensamento diferente, poderiam me falar. Minha relação foi sempre cordial, de respeito e de trabalho – garantiu o técnico.

Valtinho fez falta


Volcan separou o período em que esteve no comando no time de basquete de Uberlândia em três temporadas: a primeira com Valtinho, a segunda sem o armador e a terceira com o atleta machucado. Sem ele, o treinador admitiu que a performance do time não foi a mesma e caiu o rendimento.

- Valtinho fez falta por dois fatores: pela liderança que tem em quadra e pela falta de suplentes à altura dele. Quando montaram a equipe no início da competição não pensaram que ele poderia ficar fora tanto tempo. O atleta se machucou, não contrataram outro e a temporada transcorreu. Falei com todos sobre um novo jogador, mas ele não chegou e isso definiu a temporada do time – explicou.

Para o uruguaio, o armador Henrique Coelho teve que assumir uma responsabilidade para a qual ainda não estava pronto e que o ala/armador Robby Collum não estava em sua posição de origem quando começou na posição.


- O Henrique é um atleta com grande potencial, vai ganhar experiência e ser ainda melhor. Ele é ético, trabalhador e disposto a aprender, não tenho duvida que será um grande jogador. Mas para uma equipe que quer estar entre os quatro primeiros, ele ainda não estava pronto. Sugeriram o Collum, mas ele não era jogador da posição e acabou saindo da origem dele – salientou Volcan.
Volcan admitiu que precisava e queria mais tempo para ajustar a equipe do jeito que ele queria. No entanto a pressão por resultados fez com ele apenas ajustasse o que considerava que estava errado.
- Trabalhei na medida em que pude, mas poderia dar muito mais. A pressão por resultado era grande e não dava tempo de mudar o que eu queria – afirmou.
5º lugar é o ideal

Com o investimento feito pelo time de basquete de Uberlândia, o quinto lugar na primeira fase foi o ideal na visão do treinador uruguaio, que comparou o orçamento do time mineiro com os quatro primeiros colocados.

- As quatro equipes que ficaram acima – São José, Pinheiros, Brasília e Flamengo - tem maior orçamento e talento. Outros times que também investiram mais que o Uberlândia, como Franca e Limeira, ficaram em posições inferiores. Por isso, digo que a competência coloca a equipe onde ela deve estar. A quinta posição não está ruim, apesar de não ser a ideal – analisou Volcan.


Mesmo considerando que o Uberlândia ficou bem colocado na tabela, Volcan volta a lembrar do armador Valtinho. O ex-treinador do Uberlândia reforça que, com o armador em quadra, a expectativa seria outra.

- Se ele não tivesse machucado não tenho dúvidas de que o Uberlândia estaria entre os quatro primeiros. Com o Valtinho melhor em quadra, os jogos seriam diferentes – disse.


Brasil: potência do basquete

Antes de trabalhar no Brasil, Volcan treinou equipes do México, Uruguai e Argentina. O que o atraiu a trabalhar no país, segundo Volcan, foi perceber o crescimento da liga que ele classifica com um grande potencial.

- Vejo que o Brasil pode chegar a ter uma das maiores competições do mundo. A raiz está nas competições internas. A estrutura de base somada à evolução da liga é importante para o crescimento do basquete brasileiro. No país tem muita gente, tem a mistura de raças que ajuda muito na parte atlética e tradição no esporte. Em quatro anos, na Olimpíada de 2016, não tenho dúvida que seguindo o trabalho, o Brasil tem chances de ser uma potência.

Sem propostas e curtindo férias, o treinador continua assistindo aos jogos dos playoffs do NBB-4, segundo ele para aprender e fazer análises mais profundas do basquete nacional, esporte que ele se diz agradecido pela possibilidade de ter trabalhado.

- Vou assistir a alguns jogos para aprender e ser crítico e mais profundo nas análises. Fora isso só tenho que agradecer ao Uberlândia pela possibilidade de ter trabalhado no país e conhecido ainda mais sobre o basquete brasileiro – concluiu.



Por Felipe Santos
Uberlândia, MG

Fonte: Globo Esporte

http://globoesporte.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2012/05/agradecido-por-trabalhar-no-brasil-volcan-diz-que-nao-entende-dispensa.html

Robby Collum e Robert Day brincam de repórter e cinegrafista no UTC

                                                  Vitoriosa Esporte 10/05/12


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Que venha a próxima temporada


Parabéns a todos os jogadores e comissão técnica. Batalharam juntos todos os jogos, todos os dias de treinamento. Enfrentaram as seguidas lesões, que não nos deixaram em paz. Metade do time jogou no sacrifício, ou seja, verdadeiros guerreiros, não é qualquer jogador que se submete a isso. A imagem que fica desse grupo, é a amizade e união que se vê entre eles.

As derrotas nos conduzem às maiores vitórias. E que venha a próxima temporada!



Destaque da semana Vitoriosa Esporte: Demonstrando muita raça e mesmo machucado, Valtinho dá um mergulho espetacular na grade

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Unitri decide vaga para as semifinais hoje contra o Flamengo


ÉDER SOARES | REPÓRTER

Unitri/Universo e Flamengo partem para o tudo ou nada hoje no Rio de Janeiro. Quem vencer o confronto, que começa às 20h45, no ginásio do Tijuca (com transmissão pelo SporTV), liquida a série melhor de cinco dos playoffs, empatada por 2 a 2, e garante vaga nas semifinais do Novo Basquete Brasil (NBB). Na atual temporada, as equipes se enfrentaram seis vezes e o confronto está empatado com três vitórias para cada lado. Os números mostram duas vitórias para cada equipe atuando na casa do adversário, inclusive, no último jogo como visitante, o Unitri bateu os cariocas por 77 a 60.

Mesmo com o bom retrospecto fora de casa diante do time rubro-negro, os jogadores do Unitri esperam um jogo equilibrado, mas querem utilizar toda a experiência do elenco para sair do Rio de Janeiro com uma grande vitória. “O duelo mostra que ninguém está se intimidando por jogar fora de casa. É um fator a mais que mostra o equilíbrio entre os dois times. Acredito que estamos em um bom momento e, por isso, vamos vender muito caro uma derrota para eles. Vamos partir com tudo para vencer”, disse o ala/pivô Luis Gruber.

Jogando no sacrifício, o armador Valtinho não consegue esconder durante as partidas a dor que sente no pé direito, onde tem uma fratura no dedão. Mesmo assim, o jogador não tem se poupado nos jogos e garante que vai fazer tudo o que puder para vencer o Flamengo. “A cidade, a torcida e o clube merecem todo o nosso esforço e algo mais que pudermos fazer em quadra. O carinho que temos aqui é emocionante. Entramos nas partidas pensando nisso e a raça está sendo nosso maior diferencial”, afirmou.



Fonte: Jornal Correio de Uberlândia

MGTV - Jogadores aguardavam o embarque para o RJ, enquanto isso liam o livro Jogando Para Vencer - 10/05/12

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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Vídeos: Equipe da Unitri Uberlândia vai para o RJ em busca da heróica virada e da classificação

Equipe norte americana de reportagem está cobrindo a Unitri, vídeo muito engraçado de Robert Day
e Robby Collum

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Entrevista: Leonardo joga ou não? Assim como Gruber, Valtinho e Collum que estão machucados e jogando, ele disse que vai jogar.

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